Quando o tarot te olha nos olhos

Quando o tarot te olha nos olhos
Autor Gi Garcia - [email protected]
Facebook   E-mail   Whatsapp


Às vezes, a gente não sabe o que está sentindo.

Só sabe que tem um aperto, uma dúvida, uma vontade de entender...
Por que dói tanto? Por que repito os mesmos caminhos? Será que estou onde deveria estar?

É nesse momento — entre o silêncio e o suspiro — que o tarot pode chegar.
Não como mágica, nem como resposta certeira. Mas como um espelho gentil.
Um reflexo simbólico daquilo que pulsa aqui dentro, mesmo quando a gente ainda não tem palavras.

O tarot não prevê o futuro. Ele revela o agora.
E, às vezes, é tudo o que a gente precisa: alguém (ou algo) que nos mostre com delicadeza o que está vivo em nós.
Porque quando a gente enxerga com clareza, até a dor muda de lugar.

Cada carta é como uma janela.
Algumas abrem para paisagens conhecidas — medos antigos, padrões que voltam, feridas que insistem.
Outras abrem para algo novo — uma possibilidade, uma luz, uma lembrança de quem você é de verdade, por trás das camadas todas.

E o mais bonito é que não há julgamento.
O tarot não diz “você errou”.
Ele pergunta: “o que isso quer te mostrar?”

É por isso que o tarot é, para mim, uma escuta sensível.
Um espaço sagrado entre a pergunta e a resposta.
Uma pausa para respirar.
Uma chance de se acolher.

Então, se um dia você se sentir perdido, cansado, desconectado...
Talvez o tarot possa te lembrar:
você nunca esteve sozinho.
Sua alma sempre soube o caminho.





Gostou?    Sim    Não   

starstarstarstarstar Avaliação: 5 | Votos: 1



Compartilhe Facebook   E-mail   Whatsapp
Conteúdo desenvolvido pelo Autor Gi Garcia   
Criadora do SerenaVita Terapias, um espaço digital onde tarot, yoga e radiestesia dançam com a escuta, o silêncio e o sentir. Caminha ao lado de quem deseja florir por dentro, soltar pesos antigos e reencontrar a alma no passo mais leve de cada recomeço.
E-mail: [email protected] | Mais artigos.

Saiba mais sobre você!
Descubra sobre Autoconhecimento clicando aqui.