Só sabe que tem um aperto, uma dúvida, uma vontade de entender...
Por que dói tanto? Por que repito os mesmos caminhos? Será que estou onde deveria estar?
É nesse momento — entre o silêncio e o suspiro — que o tarot pode chegar.
Não como mágica, nem como resposta certeira. Mas como um espelho gentil.
Um reflexo simbólico daquilo que pulsa aqui dentro, mesmo quando a gente ainda não tem palavras.
O tarot não prevê o futuro. Ele revela o agora.
E, às vezes, é tudo o que a gente precisa: alguém (ou algo) que nos mostre com delicadeza o que está vivo em nós.
Porque quando a gente enxerga com clareza, até a dor muda de lugar.
Cada carta é como uma janela.
Algumas abrem para paisagens conhecidas — medos antigos, padrões que voltam, feridas que insistem.
Outras abrem para algo novo — uma possibilidade, uma luz, uma lembrança de quem você é de verdade, por trás das camadas todas.
E o mais bonito é que não há julgamento.
O tarot não diz “você errou”.
Ele pergunta: “o que isso quer te mostrar?”
É por isso que o tarot é, para mim, uma escuta sensível.
Um espaço sagrado entre a pergunta e a resposta.
Uma pausa para respirar.
Uma chance de se acolher.
Então, se um dia você se sentir perdido, cansado, desconectado...
Talvez o tarot possa te lembrar:
você nunca esteve sozinho.
Sua alma sempre soube o caminho.





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Conteúdo desenvolvido pelo Autor Gi Garcia Criadora do SerenaVita Terapias, um espaço digital onde tarot, yoga e radiestesia dançam com a escuta, o silêncio e o sentir. Caminha ao lado de quem deseja florir por dentro, soltar pesos antigos e reencontrar a alma no passo mais leve de cada recomeço. E-mail: [email protected] | Mais artigos. Saiba mais sobre você! Descubra sobre Autoconhecimento clicando aqui. |