Como Lenor superou o descarte de um narcisista




Autor Valéria Centeville
Assunto AutoajudaAtualizado em 4/5/2025 1:28:21 PM
Lenor (nome fictício) sempre foi daquelas mulheres que carregam o sol dentro do peito. Onde ela passava, floresciam sorrisos. Tinha uma luz suave e forte ao mesmo tempo, dessas que aquecem sem ofuscar.
Foi quando conheceu um homem que parecia ser seu príncipe encantado.
Ele apareceu em sua vida com palavras doces, gestos calculados e uma paixão avassaladora. No começo, era como se ela tivesse encontrado o amor que todos sonham: atento, carinhoso, presente.
Mas, aos poucos, sem que ela percebesse, ele começou a apagar tudo que fazia dela única e especial.
Sutilmente, ele minou sua autoconfiança. Ria de seus sonhos, questionava suas amizades, fazia com que ela se sentisse pequena por ter um coração grande demais. E ela, com seu amor puro, acreditava que, se apenas amasse mais, ele voltaria a ser aquele homem do início.
Mas ele nunca mais voltou.
No momento em que ela mais precisou, quando estava doente, frágil e sem dinheiro, ele simplesmente a descartou como se todo aquele tempo juntos tivesse sido nada. Como se ela fosse nada.
Lenor ficou devastada. Vazia. Olhava no espelho e mal reconhecia aquela mulher de olhos opacos. Chorava em silêncio, sem forças até para pedir ajuda. Ela havia perdido muito mais do que um namorado: havia se perdido de si mesma, pois estava desconectada de sua verdadeira essência.
Foi então que, num desses dias em que a alma grita por socorro mesmo quando a boca se cala, uma amiga a levou até o consultório. Lenor não sabia bem no que acreditava, mas aceitou. Era isso ou continuar afundando.
Eu a recebi com muito amor e pedi auxílio dos mentores espirituais dela pra ajudá-la a se "levantar", emocionalmente falando.
Eles pediram para que eu a ouvisse com carinho e me intuíram sempre durante todas as conversas terapêuticas.
Nas sessões, aprendeu que suas dores não eram fraquezas, mas sinais de que ela havia amado demais alguém que não sabia amar e não queria amar.
Em cada encontro, Lenor resgatava um "pedaço" de si mesma, da sua própria alma. Reencontrava sua voz, sua força, seu brilho. Chorou muito, sim. Mas também sorriu como não fazia há tempos. Aprendeu a se perdoar por ter se perdido, e principalmente, a se amar por ter se reencontrado. Aos poucos, foi se lembrando de quem verdadeiramente era: um ser de muita luz e de muito amor.
Hoje, Lenor caminha com leveza. Carrega cicatrizes, mas não carrega peso.
Voltou a amar a vida e a fazer as coisas de que gosta. Está saudável e feliz. Agora quer encontrar sua verdadeira alma gêmea pra viverem juntos o amor verdadeiro, com respeito e honestidade.
A terapia espiritual já ajudou muitas pessoas a se reencontrarem com elas mesmas. Ela também pode ajudar você!
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Fazer o bem sempre faz bem!
Gratidão, amor e paz,
Valéria Centeville-Terapeuta espiritual
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