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APRENDENDO A PENSAR (parte 3)

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Autor Hellen Katiuscia de Sá

Assunto Autoconhecimento
Atualizado em 10/30/2006 1:06:20 PM


JOGOS DE INTERPRETAÇÃO (com as Artes Plásticas): fazer o aluno perceber que ele é capaz. Esses jogos ajudam o aluno a se sentir seguro para realização de algo através de seu poder de expressividade criativa e interpretativa. Ajudam também a adequar as intenções intelectuais ao gesto apresentado para a materialização e compreensão da vontade própria do indivíduo, liberando a espontaneidade do aluno para a realização de algo proposto por ele mesmo.

- COLAGENS. Divide-se a turma em pequenos grupos. O instrutor dá a cada grupo uma imagem feita por algum pintor, em seguida pede aos grupos para interpretarem a imagem através de recortes de revistas. Os alunos deverão cortar e colar tudo numa folha de cartolina, observando a coerência com a pintura em questão. Após isso cada grupo mostra o que formou e explica o porquê da escolha das imagens afixadas na cartolina.

*OBS: para essa atividade o instrutor deverá disponibilizar aos alunos revistas velhas, (ou pedir no dia anterior desta atividade, para que os alunos tragam revistas velhas de casa); tubo de cola; tesouras de papel; cartolina. Todo o material deverá ficar no centro da sala para que esteja ao alcance de todos.

- MONTANDO UMA CENA. Divide-se a turma em dois grupos. O instrutor dá a cada grupo a referência de um lugar/situação, (por exemplo: uma praça, um shopping, hospital, parque de diversão, etc), em seguida pede aos participantes de cada grupo, formarem uma situação condizente ao lugar/situação proposto pelo instrutor, este deverá dar aos grupos um tempo de elaboração de cena, em torno de 5 a 10 minutos.

- CONTINUAÇÃO DA IMAGEM. Formam-se duplas e para cada uma, o instrutor disponibilizará imagens de quadros, e pedirá as duplas para montarem uma cena anterior ou posterior ao quadro mostrado na imagem. Para tal atividade, o instrutor estipulará um tempo de 5 a 10 minutos para as duplas combinarem e ensaiarem a sua cena. Em seguida cada dupla mostrará ao grupo a sua interpretação.

- O QUE SE VÊ E O QUE SE ENTENDE. Em grupos (2 ou 3), por orientação do instrutor, os alunos montam com o corpo, objetos que compõem um ambiente. Ex: um quarto de dormir. Os alunos representarão os objetos que normalmente compõem um quarto, como cama, guarda-roupas, criado-mudo, etc. Os ambientes propostos normalmente são: quarto/ cozinha/ banheiro.

- CONSTRUÇÃO VELOZ. Com grupos (2 ou 3), o instrutor pede para que alguns alunos d cada grupo montem com folhas de jornal, parte de objetos que serão completados com o próprio corpo de outros colegas do grupo. Estes poderão atribuir sons, gestos característicos, expressões, etc, do objeto montado. Ex: construir um avião, um barco, um macaco, um cachorro, etc. O instrutor dará aos grupos cerca de 10 a 15 minutos para a atividade. Após isso cada grupo mostrará o que fez.

OBS: para esta atividade o instrutor pedirá no final da aula do dia anterior para que os alunos tragam folhas de jornal de suas casas para a aula do dia seguinte. O instrutor também disponibilizará aos alunos tesourinhas de papel, barbante e cola no dia da atividade da “construção veloz”.

*OBSERVAÇÕES GERAIS:

- Em todas as aulas haverá o processo de ALONGAMENTO e AQUECIMENTO no início das atividades, e no final das atividades do dia haverá o trabalho de RELAXAMENTO, ambos momentos acompanhados de música adequada para cada atividade.

- A utilização das Artes Plásticas ocorrerá a partir da introdução dos JOGOS DE IMAGINAÇÃO (7º aula, estendendo-se às 8º e 9º aulas).

ATIVIDADE DE ENCERRAMENTO: a atividade de encerramento da oficina tem por objetivo fazer com que os alunos se despeçam dessas atividades interiorizando todo o processo benéfico ao desenvolvimento emocional, corporal e de relacionamento. Essa dinâmica também consiste em fortalecer nos integrantes do grupo, a importância da inter-relação estabelecida ao longo da oficina, culminando na compreensão e utilidade dos laços afetivos dentro do contexto social.

Atividade proposta: "CORREDOR DE EMOÇÕES". O instrutor divide a turma em duas colunas (de preferência com número iguais de participantes), e com uma fileira de frente para outra, um a um, os alunos do final de cada coluna atravessará o corredor com os olhos fechados.

*OBSERVAÇÃO 1: o outro aluno só entrará no corredor quando o colega que atravessa já estiver se posicionado no início da fileira. O comando do instrutor será para que os alunos que estiverem formando o corredor façam algum movimento de afeto na pessoa que atravessa, por exemplo: um afago nos cabelos, um carinho no rosto, etc, em geral o instrutor os deixa à vontade para demonstrarem o carinho que sentirem vontade de fazer em favor do colega.

*OBSERVAÇÃO 2: o instrutor deverá deixar claro que os colegas deverão ser cuidadosos e gentis para não machucarem o colega que atravessa o corredor, e também para respeitá-lo evitando gestos maliciosos.

*OBSERVAÇÃO 3: Esta atividade é acompanhada de música suave que direcione o grupo ao sentimento de companheirismo, afeto e segurança. A sugestão seria uma música clássica suave ou qualquer melodia que não contenha letra cantada. Apenas instrumental. A escolha da música apenas instrumental é para acionar o lado emocional e inconsciente dos alunos fortalecendo o objetivo da dinâmica.

*OBSERVAÇÕES GERAIS:

- Em todas as aulas haverá o processo de ALONGAMENTO e AQUECIMENTO no início das atividades, e no final das atividades do dia haverá o trabalho de RELAXAMENTO, ambos momentos acompanhados de música adequada para cada atividade.

- Os jogos onde misturam Artes Cênicas com Artes Plásticas, (presentes na proposta desta Oficina de Iniciação Teatral - nível 01), foram criados por Hellen Katiuscia de Sá juntamente com Heyder Stephano Moura.

Bibliografia:
“AMIGOS DA ESCOLA” – modalidade Artes Cênicas
“JOGOS TEATRAIS NA ESCOLA – coleção Pensamento e Ação no Magistério”. REVERBEL, Olga, ed. Scipione, 2001
“PARÂMETROS NACIONAIS CURRICULARES/ 2006 – cap. Artes Cênicas”
“200 EXERCÍCIOS PARA O ATOR E NÃO-ATOR”. BOAL, Augusto, Civilização Brasileira, 1982.
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