A rejeição que vem do berço
Atualizado dia 29/01/2021 00:45:49 em Autoajudapor Adriana Mantana
Esta rejeição muitas vezes vem antes mesmo do nascimento, quando a mulher descobre uma gravidez indesejada.
Levando em consideração que a imensa maioria das gestações ocorre de forma não planejada, nota-se o reflexo desta questão em nossa própria sociedade hoje em dia.
Basta abrir os olhos e ver o quanto a opinião externa exerce grande influência na vida do outro, muitas vezes impedindo a pessoa, na realização de seus próprios sonhos, pois em seu íntimo nutre um medo primordial de ser rejeitada e não aceita. Em outras palavras ela tem medo de se expor.
Os prejuízos emocionais e financeiros são infindáveis, pois a pessoa não tem noção do impacto desta rejeição primordial.
Além da mãe, o pai também pode não ter desejado, naquele momento, ser pai.
Atualmente existem experimentos sobre o DNA, dentro da física quântica, que prova o que vou relatar abaixo.
O DNA possui todas as informações genéticas dos pais, além disso, traz também a frequência de ambos.
E o que isto tem a ver com este artigo?
Absolutamente tudo, pois no DNA, além da genética, tem a informação do meio (epigenética). Em outras palavras o que eles emanaram no momento da concepção e, principalmente depois que descobriram a gestação, foi transmitido para a criança. E neste caso ela registrou de forma inconsciente esta rejeição.
Isto gerou uma marca profunda e, consequentemente, o complexo de rejeição (psicologia profunda).
Se esta pessoa não for até a causa e elaborar isto, ela sofrerá bastante pela rejeição, registrada em seu inconsciente pessoal. Nós chamamos isto redução e inativação da potência do complexo.
O complexo da rejeição instalado dentro da psique humana, causa desconforto nas relações afetivas, no ambiente de trabalho, na relação da pessoa, com o próprio corpo e dentre outros inúmeros efeitos nocivos.
Ela invariavelmente se sentirá rejeitada.
Em muitos casos, por não ter consciência desta questão dentro dela, é provável que atribua isto à sensação de inadequação.
Terá dificuldade com questões de pertencimento, pois dentro dela existe a ferida da rejeição em estado “dormente”.
Não fará algo para chamar a atenção (medo da exposição), pois dentro dela a dor da rejeição pulsa. Mesmo tendo sonhos, não conseguirá ter força o suficiente para ultrapassar a autossabotagem que é grande.
Infelizmente, em alguns casos se tornará marionete nas mãos alheias, justamente por ter dificuldade de se posicionar e dizer não.
Em outros casos, pode se tornar extremamente agressiva, pois está ferida e antes que alguém a machuque, ela literalmente agride verbalmente, ou até mesmo fisicamente.
Independentemente da reação da pessoa, que pode ser de passividade ou de agressividade, o fato é que ela está profundamente ferida. Ou seja, está protegendo sua própria dor, mesmo inconsciente disto.
O prudente neste tipo de caso seria buscar ajuda, para identificar o machucado, limpar e elaborar. Caso ela queira ter qualidade de vida, leveza, flexibilidade e alegria.
Muitas vezes, o que ela mais quer é ser amada e querida, mas como forma de defesa, ou fica submissa, ou agressiva.
A situação fica totalmente em desequilíbrio.
Vou utilizar uma frase popular, é provável que você já tenha ouvido.
“Ela é uma pessoa oito, ou oitenta”.
No caso deste artigo seria submissão ou agressividade.
Note que nem uma das duas opções são saudáveis, pois trata-se de uma patologia emocional.
Com a tratativa correta, a pessoa conseguirá trafegar na linha do meio, ou seja, em equilíbrio e com a sua cura emocional.
Trabalho com estas questões há anos e vejo diariamente a dor da pessoa que possui o complexo da rejeição ativado. Na sessão ela expõe a situação, muitas choram, outras se revoltam. No entanto, após a tratativa, conseguem olhar para os pais com gratidão e respeito, sem a dor primordial da rejeição. Pois no fundo o que toda criança deseja ardentemente é ser amada e querida pelos pais. Quando isto não acontece, um grande vazio fica no lugar.
Muitas vezes, a pessoa tenta preencher este vazio comprando compulsivamente, comendo ou qualquer outra coisa. Afinal, todo excesso esconde uma falta.
A boa notícia é que é possível resolver esta questão, caso contrário, grande parte da população estaria condenada a ter uma vida sem sabor. Ou seja, sobrevivendo ao invés de viver.
Vou deixar abaixo 3 possíveis caminhos para você, caso queira trabalhar na solução desta situação tão dolorosa, com a minha ajuda.
Gravei uma meditação no meu canal do YouTube de Limpeza e Centramento. Sempre passo esta meditação, pois ela vai favorecer o equilíbrio e a serenidade interna, para acessar CLIQUE AQUI aproveite e se inscreva vou adorar te ver por lá também.
Como citei acima, trabalho com estas questões faz bastante tempo e atendendo a pedidos de minhas clientes e alunas, fiz uma Jornada de 40 dias, com 40 exercícios terapêuticos, com começo, meio e fim, para elas praticarem. Que tem o tripé da identificação, limpeza e reconstrução emocional interna.
Uma jornada para reconstrução de novo caminho neuronal, que se chama O Desafio de se amar. Caso queira adquirir CLIQUE AQUI
Agora se você sente que precisa de um acompanhamento terapêutico, pode verificar a possibilidade de agendar uma sessão de terapia comigo, se este for o seu caso CLIQUE AQUI
Grande abraço.
Instagram CLIQUE AQUI
Adriana Mantana
Texto Revisado
Avaliação: 5 | Votos: 45
Conteúdo desenvolvido por: Adriana Mantana Bióloga, Terapeuta Integral, Consteladora, Renascedora, Terapeuta ThetaHealer®, Terapeuta de Barras de AccessT, Floral de Bach, Radiestesista, Operadora de Mesa Quântica Radiônica, Cromoterapia, PNL, Mestre em Reiki Usui, Hooponopono, Cristaloterapeuta, Giver Deeksha, Terapeuta de Integração Quântica do Ser® e Ativista Quântica. CRTH 4103 E-mail: [email protected] | Mais artigos. Saiba mais sobre você! Descubra sobre Autoajuda clicando aqui. |